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Boletim informativo bimestral do Sindicato
das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais
Filantrópicos do Estado de São Paulo.

EDIÇÃO 21 – MAIO/JUNHO DE 2020

Boletim informativo bimestral do Sindicato
das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais
Filantrópicos do Estado de São Paulo.

EDIÇÃO 21 – MAIO/JUNHO DE 2020

A realidade de Medidas de Convivência é real e não fortuita

Temos a certeza de que diante da evolução da humanidade e de toda sua sapiência, haverá de ter notícias e momentos resplendores para a assistência de saúde ao ser humano. O que de fato amealha-se é primeiramente a consciência de todos em valorizar o próximo, reconhecer a responsabilidade com o mundo seja com relação a sua convivência e/ou mesmo com a natureza. Todos os processos de atendimento humanizado, requerem aos profissionais que possam atuar incisivamente com o cuidado e tratamento de vidas. Assim sendo é fundamental a importância de realizar atendimentos de forma humanizada e satisfatória.

Após estes períodos de pandemia, deve ser feita a reflexão de tudo que devemos fazer e não fazer e tão pouco não deixar de darmos uma atenção. O fato de conviver em ambiente do início e o fim da vida é compartilhado com sinceridade, sem inveja, dedicação e ausência de competição, pois todos são competentes atribuído inúmeras facetas para as equipes multidisciplinares. De fato, é latente o fato de que os pacientes e os impacientes (aqueles que acompanham o paciente) possam ter confiança e receber apoio na sua saúde física e psicológica.

Desta forma não podemos deixar de observar a realidade de Medidas de Convivência pois reais e não fortuitas, devemos estar atentos o que fazemos e o que esperam que seja feito por todos nós comprometidos com as atribuições e responsabilidades. Destaca-se que haverá de ser consciente:

  1. Todos os dias devemos inserir no tratamento com base na ética profissional.
  2. Devemos transparecer para a realidade que o tratamento é individualizado, ou seja, considera a pessoa como um todo inexistindo maneira generalista em função do seu diagnóstico ou quadro geral.
  3. Todos os processos de cuidado devem ser realizados com empatia, atenção e acolhimento integral ao paciente e sua família/acompanhante (impaciente).
  4. Há de ser agregado uma atenção especial e diferenciada, com a presença de um sentimento e olhar sensível para as questões humanas.
  5. Não podemos esquecer que deve haver respeito a intimidade e as diferenças em todos os níveis.
  6. A atenção ao processo de comunicação deve ser responsável e eficiente, com permutas de informações. Saliente-se ser fundamental, relevante a avaliação do estado emocional do paciente e seus acompanhantes.
  7. Devemos deixar claro e perceptível a todos que nosso compromisso com o atendimento transmite confiança, segurança e apoio.
  8. Evidenciar que toda estrutura física e do ambiente propiciam ser atendida às necessidades de cuidado e tratamento.
  9. Os momentos são de exercer as atribuições e deve ser encarado com missão e não um atributo remuneratório de mais um dia.
  10. As pessoas devem reconhecer que trabalham em harmonia de forma multidisciplinar e não de competição e escalas de importância.

Ademais a própria Organização Mundial de Saúde – OMS define que saúde é “Perfeito bem estar físico, social e mental e não a simples ausência de doença e enfermidade”. Acresce-se ainda que também a OMS também conceitua que “O Hospital é parte integrante de um sistema coordenado de saúde, cuja função é dispensar a comunidade completa assistência à saúde, tanto curativa quanto preventiva, incluindo serviços extensivos à família, em seu domicílio e ainda um centro de formação para os que trabalham no campo da saúde e para as pesquisas biossociais”.

Edison Ferreira da Silva – presidente do SINDHOSFIL/SP

A realidade de Medidas de Convivência é real e não fortuita

Temos a certeza de que diante da evolução da humanidade e de toda sua sapiência, haverá de ter notícias e momentos resplendores para a assistência de saúde ao ser humano. O que de fato amealha-se é primeiramente a consciência de todos em valorizar o próximo, reconhecer a responsabilidade com o mundo seja com relação a sua convivência e/ou mesmo com a natureza. Todos os processos de atendimento humanizado, requerem aos profissionais que possam atuar incisivamente com o cuidado e tratamento de vidas. Assim sendo é fundamental a importância de realizar atendimentos de forma humanizada e satisfatória.

Após estes períodos de pandemia, deve ser feita a reflexão de tudo que devemos fazer e não fazer e tão pouco não deixar de darmos uma atenção. O fato de conviver em ambiente do início e o fim da vida é compartilhado com sinceridade, sem inveja, dedicação e ausência de competição, pois todos são competentes atribuído inúmeras facetas para as equipes multidisciplinares. De fato, é latente o fato de que os pacientes e os impacientes (aqueles que acompanham o paciente) possam ter confiança e receber apoio na sua saúde física e psicológica.

Desta forma não podemos deixar de observar a realidade de Medidas de Convivência pois reais e não fortuitas, devemos estar atentos o que fazemos e o que esperam que seja feito por todos nós comprometidos com as atribuições e responsabilidades. Destaca-se que haverá de ser consciente:

  1. Todos os dias devemos inserir no tratamento com base na ética profissional.
  2. Devemos transparecer para a realidade que o tratamento é individualizado, ou seja, considera a pessoa como um todo inexistindo maneira generalista em função do seu diagnóstico ou quadro geral.
  3. Todos os processos de cuidado devem ser realizados com empatia, atenção e acolhimento integral ao paciente e sua família/acompanhante (impaciente).
  4. Há de ser agregado uma atenção especial e diferenciada, com a presença de um sentimento e olhar sensível para as questões humanas.
  5. Não podemos esquecer que deve haver respeito a intimidade e as diferenças em todos os níveis.
  6. A atenção ao processo de comunicação deve ser responsável e eficiente, com permutas de informações. Saliente-se ser fundamental, relevante a avaliação do estado emocional do paciente e seus acompanhantes.
  7. Devemos deixar claro e perceptível a todos que nosso compromisso com o atendimento transmite confiança, segurança e apoio.
  8. Evidenciar que toda estrutura física e do ambiente propiciam ser atendida às necessidades de cuidado e tratamento.
  9. Os momentos são de exercer as atribuições e deve ser encarado com missão e não um atributo remuneratório de mais um dia.
  10. As pessoas devem reconhecer que trabalham em harmonia de forma multidisciplinar e não de competição e escalas de importância.

Ademais a própria Organização Mundial de Saúde – OMS define que saúde é “Perfeito bem estar físico, social e mental e não a simples ausência de doença e enfermidade”. Acresce-se ainda que também a OMS também conceitua que “O Hospital é parte integrante de um sistema coordenado de saúde, cuja função é dispensar a comunidade completa assistência à saúde, tanto curativa quanto preventiva, incluindo serviços extensivos à família, em seu domicílio e ainda um centro de formação para os que trabalham no campo da saúde e para as pesquisas biossociais”.

Edison Ferreira da Silva – presidente do SINDHOSFIL/SP