Boletim informativo bimestral do Sindicato
das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais
Filantrópicos do Estado de São Paulo.

EDIÇÃO 23 – SET/OUT DE 2020

Boletim informativo bimestral do Sindicato
das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais
Filantrópicos do Estado de São Paulo.

EDIÇÃO 23 – SET/OUT DE 2020

Confira entrevista com o presidente da AMAIS Brasil

O presidente da AMAIS Brasil, Agnaldo Soares, concedeu uma entrevista sobre a importância dos trabalhos voltados em prol das pessoas com deficiência.

Confira:

1 – Qual é o principal papel principal da AMAIS Brasil em prol da pessoa com deficiência?

A AMAIS Brasil é uma Associação voltada aos trabalhos em prol da pessoa com deficiência, além dos trabalhos necessários para que o deficiente tenha total autonomia ou chegar perto disso. Nós temos convênios e parcerias para oferecer aos associados um serviço de excelência, buscando recursos para investimentos, emendas parlamentares e projetos para benefício do próximo, troca de projetos e de experiências, para lutarmos por um Brasil melhor e mais inclusivo.

2 – Quais são os trabalhos realizados?

Inicialmente junto com o nosso vice nacional, Eliezer Camilo, entramos como parceiros e essa parceria durará por muitos anos com a Equoterapia Cafarnaun de São Vicente (SP). Hoje graças a algumas parcerias ganhamos um espaço e estamos construindo um Centro de Reabilitação dentro da Ilha Porchat Clube, construindo também uma equoterapia no município de Praia Grande. Faremos também um trabalho, para a colocação no mercado de trabalho das pessoas com deficiência quando essa tiver condições físicas e psíquicas, quando não houver essa possibilidade, colocaremos um membro da família dando inclusive uma cesta básica até acharmos uma vaga e as coisas se normalizarem. E por falar em cestas básicas, faremos o nosso cadastro da AMAIS Brasil Nacional na Secretaria da Justiça, para esse fim, fizemos também uma parceria com o Clube de Futebol Libanês Santista onde teremos um time de futebol society com crianças deficientes. Também temos um trabalho Social com as Tribos Indígenas do Litoral Santista através do nosso vice-presidente estadual, Gabriel (Biel), que é considerado uma pessoa com deficiência, autismo. A AMAIS Brasil entrará em lugares muito pouco frequentado por nossos políticos.

3 – O que o senhor considera da parceria com o Sindicato?

Na pessoa do Dr. Edison, o Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (SINDHOSFIL/SP), é um grande parceiro. Ele viu na AMAIS Brasil o que ninguém viu, nos ajudou na fundação e em contrapartida iremos colaborar para que os hospitais cumpram a lei de cotas.

4 – Como os hospitais podem cumprir a lei de cotas? Quais são os principais desafios?

Em vigor há 28 anos, a Lei de Cotas para Deficientes apresenta resultados aquém do esperado, tanto pelo governo como por entidades que atuam na defesa dos direitos de pessoas com deficiência. A legislação prevê que empresas com 100 ou mais funcionários tenham entre 2% e 5% de trabalhadores portadores de deficiência. A finalidade essencial da política de emprego é a inclusão das pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho, de modo a assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas com deficiência. Entre os principais obstáculos para o recrutamento e seleção desses profissionais, destacam-se a baixa qualificação dos profissionais com deficiência (19%), a falta de acessibilidade na empresa (15%) e a resistência dos gestores (14%).

E entre outras providências que a AMAIS Brasil realizará estão cursos, workshop, seminários e palestras. A AMAIS Brasil se coloca a inteira disposição para ajudar as Santas Casas e hospitais filantrópicos a solucionarem esse problema.

Confira entrevista com o presidente da AMAIS Brasil

O presidente da AMAIS Brasil, Agnaldo Soares, concedeu uma entrevista sobre a importância dos trabalhos voltados em prol das pessoas com deficiência.

Confira:

1 – Qual é o principal papel principal da AMAIS Brasil em prol da pessoa com deficiência?

A AMAIS Brasil é uma Associação voltada aos trabalhos em prol da pessoa com deficiência, além dos trabalhos necessários para que o deficiente tenha total autonomia ou chegar perto disso. Nós temos convênios e parcerias para oferecer aos associados um serviço de excelência, buscando recursos para investimentos, emendas parlamentares e projetos para benefício do próximo, troca de projetos e de experiências, para lutarmos por um Brasil melhor e mais inclusivo.

2 – Quais são os trabalhos realizados?

Inicialmente junto com o nosso vice nacional, Eliezer Camilo, entramos como parceiros e essa parceria durará por muitos anos com a Equoterapia Cafarnaun de São Vicente (SP). Hoje graças a algumas parcerias ganhamos um espaço e estamos construindo um Centro de Reabilitação dentro da Ilha Porchat Clube, construindo também uma equoterapia no município de Praia Grande. Faremos também um trabalho, para a colocação no mercado de trabalho das pessoas com deficiência quando essa tiver condições físicas e psíquicas, quando não houver essa possibilidade, colocaremos um membro da família dando inclusive uma cesta básica até acharmos uma vaga e as coisas se normalizarem. E por falar em cestas básicas, faremos o nosso cadastro da AMAIS Brasil Nacional na Secretaria da Justiça, para esse fim, fizemos também uma parceria com o Clube de Futebol Libanês Santista onde teremos um time de futebol society com crianças deficientes. Também temos um trabalho Social com as Tribos Indígenas do Litoral Santista através do nosso vice-presidente estadual, Gabriel (Biel), que é considerado uma pessoa com deficiência, autismo. A AMAIS Brasil entrará em lugares muito pouco frequentado por nossos políticos.

3 – O que o senhor considera da parceria com o Sindicato?

Na pessoa do Dr. Edison, o Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (SINDHOSFIL/SP), é um grande parceiro. Ele viu na AMAIS Brasil o que ninguém viu, nos ajudou na fundação e em contrapartida iremos colaborar para que os hospitais cumpram a lei de cotas.

4 – Como os hospitais podem cumprir a lei de cotas? Quais são os principais desafios?

Em vigor há 28 anos, a Lei de Cotas para Deficientes apresenta resultados aquém do esperado, tanto pelo governo como por entidades que atuam na defesa dos direitos de pessoas com deficiência. A legislação prevê que empresas com 100 ou mais funcionários tenham entre 2% e 5% de trabalhadores portadores de deficiência. A finalidade essencial da política de emprego é a inclusão das pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho, de modo a assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas com deficiência. Entre os principais obstáculos para o recrutamento e seleção desses profissionais, destacam-se a baixa qualificação dos profissionais com deficiência (19%), a falta de acessibilidade na empresa (15%) e a resistência dos gestores (14%).

E entre outras providências que a AMAIS Brasil realizará estão cursos, workshop, seminários e palestras. A AMAIS Brasil se coloca a inteira disposição para ajudar as Santas Casas e hospitais filantrópicos a solucionarem esse problema.