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SINDHOSFIL/SP participa da Hospitalar 2019 representando os hospitais filantrópicos

SINDHOSFIL/SP participa da Hospitalar 2019 representando os hospitais filantrópicos

O Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo representa os interesses patronais do setor filantrópico de saúde

 

O Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (SINDHOSFIL/SP) estará pela primeira vez na feira Hospitalar. A entidade que representa os interesses patronais do setor filantrópico de saúde vai apresentar, em seu estante (número 15-194) as principais causas de luta do segmento, os cursos de educação continuada oferecidos pelo Sindicato e o Congresso do SINDHOSFIL/SP, com foco em gestão de pessoas e Recursos Humanos dos hospitais.

Acompanhe a entrevista com o presidente do SINDHOSFIL/SP, Edison Ferreira da Silva, sobre o panorama da saúde filantrópica do País.

1.Qual a situação da saúde pública no Brasil?

O Sistema Único de Saúde oferece a toda a população um atendimento gratuito, universal e de qualidade, pelo menos na teoria. Quando criado, não havia hospitais públicos suficientes para a implantação do SUS, então foi firmada uma parceria com as entidades filantrópicas para que elas dedicassem 60% de seu atendimento aos pacientes do Sistema. As entidades receberiam o pagamento dos procedimentos realizados baseados na Tabela SUS.

Após 30 anos de existência do SUS, o cenário é este: a tabela sem atualização há mais de 15 anos, hospitais sem recursos, equipamentos e médicos para trabalhar, com dívidas com bancos públicos, privados e fornecedores (em torno de R$ 11 bi), adquiridas para evitarem o colapso, diminuição de leitos e  aumento da população dependente da saúde pública.

Os hospitais filantrópicos e as Santas Casas são desafiados diariamente a prover um atendimento e manter um corpo clínico de qualidade, mesmo diante da falta de recursos. Neste sentido, a situação da saúde pública no Brasil é a vista pelas ruas e meios de comunicação: longas filas para marcação e consultas, atraso no início de tratamentos, falta de leitos para internação e a população atendida sem a dignidade que merece.

As entidades filantrópicas que conseguiram manter seus atendimentos são aquelas que investiram em captação de recursos, planos de saúde próprios, buscaram apoio parlamentar e desenvolveram uma gestão sustentável.

2.Qual a função do SINDHOSFIL para as entidades filantrópicas?

Este Sindicado tem como objetivo trazer representatividade jurídica e trabalhista às Santas Casas e instituições filantrópicas da área da saúde. A entidade representante patronal, preocupa-se com Custos de Folha de Pgto., Capacitação e Segurança e Saúde Ocupacional dos funcionários do seguimento filantrópico. Por isso, mantém proximidade com sindicatos trabalhistas, bem como autoridades do setor, tanto na área Federal, Estadual e Municipal e luta por causas de interesse do setor, como a não aprovação do projeto que impede que lactantes e gestantes atuem em locais insalubres e o projeto que diminui as horas de trabalho de enfermeiros, por exemplo.

3.Qual a importância de participar da Hospitalar 2019?

Esta é a primeira que estamos na Hospitalar, a maior feira de serviços e tecnologias para a saúde e é um imenso prazer representar os filantrópicos, um setor que também tem muito a se desenvolver e busca investir em conhecimento e tecnologias para driblar as dificuldades, encontrando novos caminhos.

O Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo representa os interesses patronais do setor filantrópico de saúde

 

O Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (SINDHOSFIL/SP) estará pela primeira vez na feira Hospitalar. A entidade que representa os interesses patronais do setor filantrópico de saúde vai apresentar, em seu estante (número 15-194) as principais causas de luta do segmento, os cursos de educação continuada oferecidos pelo Sindicato e o Congresso do SINDHOSFIL/SP, com foco em gestão de pessoas e Recursos Humanos dos hospitais.

Acompanhe a entrevista com o presidente do SINDHOSFIL/SP, Edison Ferreira da Silva, sobre o panorama da saúde filantrópica do País.

1.Qual a situação da saúde pública no Brasil?

O Sistema Único de Saúde oferece a toda a população um atendimento gratuito, universal e de qualidade, pelo menos na teoria. Quando criado, não havia hospitais públicos suficientes para a implantação do SUS, então foi firmada uma parceria com as entidades filantrópicas para que elas dedicassem 60% de seu atendimento aos pacientes do Sistema. As entidades receberiam o pagamento dos procedimentos realizados baseados na Tabela SUS.

Após 30 anos de existência do SUS, o cenário é este: a tabela sem atualização há mais de 15 anos, hospitais sem recursos, equipamentos e médicos para trabalhar, com dívidas com bancos públicos, privados e fornecedores (em torno de R$ 11 bi), adquiridas para evitarem o colapso, diminuição de leitos e  aumento da população dependente da saúde pública.

Os hospitais filantrópicos e as Santas Casas são desafiados diariamente a prover um atendimento e manter um corpo clínico de qualidade, mesmo diante da falta de recursos. Neste sentido, a situação da saúde pública no Brasil é a vista pelas ruas e meios de comunicação: longas filas para marcação e consultas, atraso no início de tratamentos, falta de leitos para internação e a população atendida sem a dignidade que merece.

As entidades filantrópicas que conseguiram manter seus atendimentos são aquelas que investiram em captação de recursos, planos de saúde próprios, buscaram apoio parlamentar e desenvolveram uma gestão sustentável.

2.Qual a função do SINDHOSFIL para as entidades filantrópicas?

Este Sindicado tem como objetivo trazer representatividade jurídica e trabalhista às Santas Casas e instituições filantrópicas da área da saúde. A entidade representante patronal, preocupa-se com Custos de Folha de Pgto., Capacitação e Segurança e Saúde Ocupacional dos funcionários do seguimento filantrópico. Por isso, mantém proximidade com sindicatos trabalhistas, bem como autoridades do setor, tanto na área Federal, Estadual e Municipal e luta por causas de interesse do setor, como a não aprovação do projeto que impede que lactantes e gestantes atuem em locais insalubres e o projeto que diminui as horas de trabalho de enfermeiros, por exemplo.

3.Qual a importância de participar da Hospitalar 2019?

Esta é a primeira que estamos na Hospitalar, a maior feira de serviços e tecnologias para a saúde e é um imenso prazer representar os filantrópicos, um setor que também tem muito a se desenvolver e busca investir em conhecimento e tecnologias para driblar as dificuldades, encontrando novos caminhos.